
Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1985
Vive e trabalha no Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Pedro Victor Brandão desenvolve séries de trabalhos em fotografia, pintura, vídeo e experimentação social que confrontam tradições artísticas em avaliações sobre o presente e o futuro do capitalismo por meio de pesquisas em economia, direito à cidade, cibernética e a atual natureza manipulável da imagem técnica.
Entre as sua exposições individuais, destacam-se: “Mais abstratas”, Portas Vilaseca Galeria, Rio de Janeiro, RJ (2023); “Forjada e Outras Formas”, Portas Vilaseca Galeria, Rio de Janeiro, RJ (2019); “Tela Preparada”, Sé Galeria, São Paulo, SP (2016); e “Pintura Antifurto”, Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, RJ (2011).
Exposições coletivas mais recentes incluem: “Non-Fungible Castle”, Palácio Lobkowicz, Praga, República Tcheca (2022); “Histórias Brasileiras”, MASP, São Paulo, SP (2022); “Atos de revolta: outros imaginários sobre independência”, Museu de Arte Moderna – MAM, Rio de Janeiro, RJ (2022); “O Rio é uma Serpente”, III Trienal das Frestas, SESC Sorocaba (2021); “Take Me (I’m Yours)”, Villa Medici, Roma, Itália (2018).
Em 2019, o artista emitiu a série “Retornável” na blockchain Ethereum, e em 2021 criou o “Fundo Acerola: um experimento de governança distribuída e coordenação indireta focado na aquisição de obras feitas por artistas do Sul Global. Foi premiado no 11º Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia em 2010, e indicado ao 11º Prêmio PIPA em 2020.
Formado em Fotografia pela UNESA (2009), fez cursos livres na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage (2006-2010 e 2015); na Universidade de Verão do Capacete (2012); e no Colégio Brasileiro de Altos Estudos (2019), todos no Rio de Janeiro.
As obras do artista fazem parte de coleções públicas no Brasil (MAM-RJ, Instituto Moreira Salles, FUNARTE, MAR e MASP), em coleções de criptomídia (M4T, Lander e Studio137) e também em coleções privadas nacionais e internacionais.





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