
Macaúbas, BA, Brasil, 1968
Vive e trabalha entre Cachoeira e Salvador, BA, Brasil
Artista visual, curador e professor, desenvolve uma pesquisa centrada nos elementos da cultura afro-brasileira e em suas conexões com a África e a diáspora africana nas Américas. Sua prática multidisciplinar transita por diferentes linguagens como instalação, performance, fotografia e vídeo. Em diálogo constante com a história da arte, Heráclito constrói uma compreensão contemporânea da dimensão espiritual do fazer artístico, mobilizando forças ancestrais e investigando sua relação com o invisível.
Seleção de exposições individuais e participações em bienais: Oríkì Ìwòran, com curadoria de Lisette Lagnado, Portas Vilaseca, Rio de Janeiro, Brasil (2025); Bienal Internacional de Arte de Antioquia y Medellín, Colombia (2025); 15ª Bienal de La Habana, Cuba (2025); 35ª Bienal de São Paulo, com curadoria de Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel, São Paulo, Brasil (2023); Biennale Architettura 2023 – 18ª Exposição Internacional de Arquitetura, com curadoria de Gabriela de Matos e Paulo Tavares, Veneza, Itália (2023); Yorùbáiano, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonam, Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro, e Pinacoteca de São Paulo, São Paulo, Brasil (2021–2022); 22ª Bienal de Arte Paiz Guatemala, Cidade da Guatemala, Guatemala (2021); Senhor dos Caminhos, com curadoria de Pablo León de la Barra e Raphael Fonseca, MAC – Niterói, RJ, Brasil (2018); e a 57ª Bienal de Veneza – Viva Arte Viva, com curadoria de Christine Macel, Veneza, Itália (2017).
Heráclito também participou de importantes exposições coletivas nos últimos anos, incluindo: Spiritual Form, El Museo del Barrio, New York, EUA (2025); The Ecologies of Peace II, TBA21 + Centro de Creación Contemporánea de Andalucía, Espanha (2025); After the End of the World: Pictures from Panafrica, Art Institute of Chicago, EUA (2025); Histórias LGBTQIA+, MASP – Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, Brasil (2024–2025); entre outras.
Suas obras integram importantes coleções institucionais nacionais e internacionais, incluindo: Solomon R. Guggenheim Museum, Nova York, EUA; Art Institute of Chicago, EUA; Fundación TBA21, Madri, Espanha; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri, Espanha; Museum der Weltkulturen, Frankfurt, Alemanha; Raw Material Company, Dakar, Senegal; MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, SP, Brasil; Instituto Itaú Cultural, São Paulo, SP, Brasil; Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador, BA, Brasil; Museu do Homem do Nordeste, Recife, PE, Brasil; Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro, RJ, Brasil; Associação Cultural Videobrasil, São Paulo, SP, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil; e Inhotim, Brumadinho, MG, Brasil.
É Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, na cidade de Cachoeira, BA, Brasil. Também atua como Ogã Sojatin (mestre na nação Jeje) de um Humpame de Jeje Mahi (templo que cultua os Voduns do Candomblé Jeje Mahi), na cidade de Salvador, BA, Brasil.

A poesia visual afrocentrada de Oríkì Ìwòran
Lisette Lagnado





























































Texto: Raphael Fonseca

Organização: Pinacoteca de São Paulo
Edição: Tiago Sant’Anna
Tradução: Marcelo Cipolla e Richard Sanches

Autor: Hans Ulrich Obrist
Organizadoras: Isabel Diegues e Márcia Fortes
Tradutores: Alyne Azuma, Debora Fleck, Feiga Fiszon, Larissa Salomé e Manoel Giffoni, Natalia Francis, Paula Berbert e Roberto Romero



